Archive | julho 2012

Planejamento urbano em Maceió

Neste post faço algumas considerações acerca do que foi abordado na entrevista, com os arquitetos e urbanistas Geraldo Magela (também professor e pesquisador da UFAL) e Mário Aloísio, veiculada no dia 22/07 pelo programa Pajuçara 360. Quero deixar claro que tenho grande respeito por ambos os profissionais em questão, o primeiro com larga experiência acadêmica e meu ex-professor e o segundo, um dos ícones da arquitetura brasileira, com projetos de visibilidade internacional como o aeroporto Zumbi dos Palmares[1].

As considerações que faço expressam a minha opinião a respeito dos temas abordados sem querer construir verdades absolutas, nem sobrepor a minha opinião sobre a dos entrevistados. A ideia é simplesmente apresentar outro ponto de vista.

Clique AQUI para ver a entrevista e siga lendo.

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A rotina do plágio

Foto: Acervo pessoal

Sim, estamos na era da informação. A facilidade e a velocidade com que temos acesso a ela é mesmo impressionante. A internet revelou-se uma incrível ferramenta para a aquisição de conhecimento, mais abrangente do que qualquer biblioteca. O Google está aí, para nos dar todas as respostas sobre “a vida, o universo e tudo mais” – questão tão procurada pelo escritor Douglas Adams (2009) em sua busca incessante pela questão fundamental no livro “Guia do Mochileiro das Galáxias.

E sim, a banalização da informação tornou-se ao mesmo tempo uma das características mais evidente desta nossa era. Atingimos um momento crítico onde o plágio é rotineiro e a autenticidade do conteúdo é muitas vezes duvidosa. Na internet encontramos “textos cópias” que circulam livremente pela rede com um autor falsário,  textos criados com a autoria alterada por nomes de escritores famosos para promover a divulgação, textos e imagens sem fontes reproduzidos indiscriminadamente em sites diversos.

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O poder da sociedade [2]

Lembram-se daquela ONG de que falei no mês passado, o BORA? Pois é, eles fizeram mais uma ação ontem e, ao todo, já distribuíram mais de 7 toneladas de alimentos para os necessitados do sertão alagoano.

A foto fala por si. Eu tentei ajudar, mas diante dela, vejo que fiz muito pouco, posso fazer muito mais!

Demos, então, um viva para aqueles que querem fazer a diferença!!

Para quem interessar, segue o link para o “post” anterior: https://sociedademovimento.wordpress.com/2012/06/10/o-poder-da-sociedade/

 

Por que aguentamos tanto?

Ok, eu me revolto demais! Mas, digam-me vocês, se não existem muitas coisas revoltantes no mundo?

Algumas de minhas revoltas são pessoais, certo. Outras, não! E no que diz respeito a essas últimas, revolta-me mais ainda ver que não se faz nada para mudá-las, nem eu faço!

Que tal se a gente decidir mudar? Eu, ora eu… Eu não vou mais querer mudar o mundo sozinha. Sabem por quê? Porque quem briga por seus direitos no Brasil é, normalmente, tachado de doido, não estou certa?

Vou explicar a história do dia: meu problema de hoje foi com os Correios! Começarei do começo, com o perdão do trocadilho redundante!

O carteiro não chega até a minha casa. Moro no interior – apesar de trabalhar em Maceió, onde passo boa parte do dia – e a alegação da estatal é a de que faltam funcionários para atender a enorme cidade de Paripueira.

Regularmente, então, devo ir à agência coletar minhas contas (contas, já que ninguém recebe mais cartas hoje em dia), se não quiser ficar devendo, como até cheguei a ficar, pois a cabeça cheia não me permitiu lembrar de baixar na internet determinado boleto (vida moderna?!). Como sou brasileira, acostumei-me com esse transtorno e segui vivendo.

Até que hoje fui buscar minhas contas, que estão para vencer e dei com a cara na porta!

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Reflexão acerca do transporte público coletivo e a ideia da “tarifa zero”

Por que ocorrem congestionamentos nas médias e grandes cidades brasileiras? Quais a principais barreiras ou dificuldades para que o transporte público coletivo seja competitivo com o individual privado? Quais as principais características do transporte público que poderiam ser potencializadas para atrair os usuários dos autos?

Estes questionamentos são importantes para que possamos criar uma demanda social em relação à qualidade do transporte público coletivo no Brasil. A única forma de colocar o Estado em movimento em direção à ações efetivas que transformem a realidade atual.

O edital de licitação para transporte público em Maceió será lançado em agosto e haverá uma audiência pública no próximo dia 18. Não estamos prontos para inserir a ideia da “tarifa zero” neste debate, mas vale, no mínimo, a reflexão.

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